terça-feira, 11 de agosto de 2009

LONDON in my heart, LONDON of my dreams


Sonho com o dia em que vou aterrar em ti e poder conhecer te a fundo!

Cidade dos meus sonhos, cidade da minha vida!!

Onde pertenço?


Não sei qual o caminho a seguir...

caminho sem saber pra onde... porquê? porque é que a vida não é mais simples, ou porque é que não faço simplesmente o que me dá na cabeça...a resposta é simples...simplesmente NÃO PODES!!


Dizem que somos livres...às vezes penso, seremos mesmo livres?? livres como? se não posso fazer aquilo que me aptece!!

Tretas de uma sociedade presa ao dinheiro que se pensam livres só porque o têm...


é só um pequeno desabafo de uma economista inconformada

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A falta de tempo

Sem tempo para escrever os meus artigos de opinião
:(

Exausta


O fim do semestre está perto. À medida que o tempo vai passando vai aumentando a carga de trabalho, pois começa a época de testes e os prazos de entrega de trabalhos começa a ficar mais curto.
Hoje sinto me exausta. Sinto me como já me senti milhões de vezes ao longo do curso, sem força para estudar, sem força para pesquisar working papers para trabalhos, sem forças para correr regressões....mas continuo a faze-lo porque tem de ser, porque o retorno esperado é todo para mim...


Às vezes dou por mim a pensar: "Será que um dia este esforço todo que tenho tido ao longo destes três anos de licenciatura será compensado, será que irá valer a pena, será que alguém me irá dar o devido valor?"
Foi só um pequeno desabafo.
Vou estudar :)

terça-feira, 14 de abril de 2009

Rir um pouquinho!!


Olha só o que eu encontrei numa pequena navegação na internet:


P: Quantos Economistas do FED são precisos para trocar uma lâmpada?

R: Apenas um... segura a lâmpada e o resto do mundo gira à sua volta.


P: Quantos investidores são precisos para trocar uma lâmpada?

R: Nenhum – o mercado já descontou a mudança.


P: Quantos Economistas Keynesianos são precisos para trocar uma lâmpada?

R: Todos. Porque assim ir-se-ia gerar emprego, um maior consumo, fazendo deslocar a AD (procura agregada) para a direita.


P: Quantos Economistas neo-clássicos são precisos para trocar uma lâmpada?

R: Isso depende da taxa salarial.


P: Quantos Economistas americanos são precisos para trocar uma lâmpada?

R: Nenhum. Se a lâmpada precisava mesmo de ser trocada, o mercado já tratou disso.


Feeling Good


It's a new dawn, it's a new day, it's new life for me and I'm feeling good!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

X ENEEC


Esqueci me de acrescentar uma fotografia engraçada ao post anterior que representa o X ENEEC!!


:)

X ENEEC

Parabéns a toda a organização do X ENEEC! Foi Brutal!!
Espero que para o ano haja mais e que seja ainda melhor!!
Já agora alguém sabe quem será a universidade que ira organizar o próximo ENEEC?

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

A era da colaboração em massas


O Mundo em que vivemos sempre nos habitou a constantes mudanças. Desde o descobrimento da roda, passando pela Revolução Industrial, e chegando à chamada Internet, sim Internet, uma descoberta que considero um elemento muito importante para o desenvolvimento económico.
A Internet surgiu no período da guerra-fria. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos criou um sistema de interconexão entre computadores com o objectivo das bases militares poderem trocar informação entre si.
Hoje em dia a Internet serve para muito mais. Uma das coisas que a Internet serviu foi para alterar a forma de se “fazer” economia, isto é, no passado a colaboração entre empresas/pessoas fazia-se a uma escala muito pequena, era feita entre amigos, família, parentes, sócios de uma mesma área geográfica, actualmente, e muito graças à internet, a economia pode ser feita a uma escala mundial, deste modo as pessoas podem colaborar entre si, sem haver a necessidade de se conhecerem. Bem-vindo ao novo Mundo, que muitos já apelidaram de o Mundo da “wikinomia”, onde a colaboração em massa está a modificar todas as instituições da sociedade.
O que se passa actualmente é a chamada “produção com pares” que descreve a situação em que pessoas, empresas colaboram entre si, com o objectivo de impulsionar a inovação e o crescimento de determinadas indústrias. A produção com pares é uma actividade extremamente social. Tudo o que é necessário é um computador, uma ligação em rede, e um forte empreendedorismo para aderir à economia. O acesso crescente às tecnologias de informação coloca nas mãos de muitos indivíduos, as ferramentas necessárias para colaborarem e criarem riqueza no interior de todos os sectores da economia.
Ora, o “youtube”, a “wikipedia”, e a “Linux” são grandes exemplares do que a colaboração em massa é capaz de fazer. A “innocentive” é outra criação da colaboração em massa. Esta colaboração é desenvolvida através de um site revolucionário que confronta cientistas de todo o Mundo (actualmente são 90 mil os colaboradores) com desafios de I&D (investimento e desenvolvimento) apresentados por empresas que procuram inovação.
Milhares de empresas observam atentamente estes sites em busca de ideias, inovações e mentes com qualificações únicas, que possam descobrir novos valores para os respectivos mercados.
Fazendo uma análise mais profunda a esta nova participação, verifica-se que pode ser uma bênção para todos nós, mas também pode ser uma maldição.
Ou seja, a produção com pares pode levar a uma criação de riqueza extraordinária e atingir níveis de aprendizagem e de descoberta científica nunca antes vistos. Mas também pode gerar agitação e perigo para as empresas e indivíduos que não consigam adaptar-se a esta nova forma de se “fazer” economia.
Podemos assim então viver num Mundo mais pequeno, num Mundo mais aberto, com potencial para ser mais dinâmico e movimentado, mas também mais sujeito a redes criminosas e terroristas. Da mesma maneira que as massas de cientistas podem colaborar e criar projectos que, a nível social são benéficos, criminosos e terroristas podem, no entanto, conspirar entre si para provocar a nossa destruição.
Em suma, se formos inteligentes e colaborarmos, podemos aproveitar a nova economia para criarmos oportunidades socialmente benéficas, e ao mesmo tempo criar um desenvolvimento sustentável.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Os malefícios da moeda única

Portugal, em conjunto com vários países do mundo, está a atravessar uma crise económica. No caso português, muitos especialistas na matéria atribuem a culpa desta crise à moeda única, isto é, o abrandamento económico português piorou com a adesão ao euro. Será isto verdade? Afinal o que é que o euro nos trouxe de bom e de mau?
Com a adesão ao euro, Portugal deixou de ter controlo sobre a política cambial e a política monetária. Ambas as políticas eram bastante importantes na manutenção da economia portuguesa.
Sem a política cambial os governos deixaram de poder desvalorizar o escudo (moeda portuguesa antes do euro) com o intuito de tornar a economia portuguesa mais competitiva nos mercados internacionais, isto é, ao desvalorizarem a moeda, as exportações tornavam-se mais baratas o que atraía mais clientes. Este aumento de competitividade era utópico uma vez que a produtividade mantinha-se a mesma. Actualmente se Portugal quer ter ganhos de competitividade terá de ser pela via da inovação e aumento de produtividade.
A política monetária foi outro dos instrumentos que Portugal perdeu com a sua adesão ao euro. Sem esta política Portugal ficou impossibilitado de decidir o seu futuro monetário, perdeu o poder de injectar ou não moeda na economia, e alterar as taxas de juro.
Além de termos perdido o controlo desta duas políticas, passamos a ter que prestar contas da nossa política fiscal, isto é, qualquer país da zona euro tem de controlar a sua dívida pública (não ultrapassar os 60% do PIB) e o défice (não ultrapassar os 3% do PIB). Caso não cumpram têm penalizações.
A partir de 1999 (ano de adesão às taxas de câmbio fixas) observa-se em Portugal um declínio acentuado nas exportações de têxteis. Entre 1995 e 2004 as exportações de têxteis passaram de 23,3% para 14,7%. Com estes dados podemos dizer que o euro teve um impacto no nosso abrandamento.
Como diz Álvaro Santos Pereira, economista português, “a nossa adesão ao euro impediu-nos de utilizar toda uma serie de aspirinas que tomávamos em tempos de crise”. Ou seja, pegando na ideia de Álvaro Santos Pereira, o problema conjuntural que Portugal tem deixou de ser “escondido” com injecções de moeda e diminuição de impostos, por isso o euro até nos trouxe uma coisa boa que foi “abrir os olhos” do português, isto é, acabaram se as “aspirinas” é preciso inovar, é preciso qualificar os nossos trabalhadores para que estes se tornem mais produtivos e desta forma aumentar a competitividade de Portugal lá fora. Basta de acharmos que somos o país que tem de estar sempre na cauda da Europa, que o nosso país não tem volta a dar, este pensamento é errado, temos que agir já.
Apesar dos males que o euro nos trouxe, como diz o ditado “há males que vêm por bem”.